Pasmo sempre quando acabo qualquer coisa. O meu instinto de perfeição deveria inibir-me de acabar; deveria inibir-me até de dar começo. Mas distraio-me e faço. O que consigo é um produto, em mim, não de uma aplicação de vontade, mas de uma cedência dela. Começo porque não tenho força para pensar; acabo porque não tenho alma para suspender. Este livro é a minha cobardia.
Pessoa, crianças.
Pessoa, crianças.

0 Comments:
Post a Comment
Links to this post:
Create a Link
<< Home