20070313

K.

K.
K. cozinhou para mim.
K. tomou minhas dores, foi bacana, foi fofa.
K. sempre soube que eu queria e sempre soube como não alimentar esperanças vãs.
Exceto quando elas não eram vãs.
E se a coisa não andou, foi mesmo porque era uma troca errada e burra. E preferimos ficar.
E ficamos assim, e assim é que parece mesmo melhor.
Até que K., uma vez mais, prove o contrário.
Mas eu não estou ansioso.
Eu sequer espero.
Eu nem mesmo cogito.
Ergo…

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