Oh, so freak

Swing like a motherfucker.
E nós podemos dançar a noite toda.
Ou eu posso tocar até você me pedir para parar.
Olha, eu tento ser besta — e faço um ótimo trabalho nesse quesito —, mas é para você me notar. Eu sou besta quando quero.
E rebolo quando preciso.
E só bato quando pedem (mas isso eu já disse, isso você já sabe).
Eu faço suas vontades enquanto você acha estranho. Quando você achar que é obrigação, eu paro. Percebe? Viu o que fiz?
Mas você me acha estranho, sempre achou. E só fica porque é curiosa. Fica porque acha que eu não estou nem ligando.
Serpentina, confete, lança e areia. Eu visto e dispo e você não se furta a espiadela. Pelo buraco da fechadura, pelo meio da tarde, sonolenta, entediada.
E BAM! Lá se vai sua certeza, chorando buscar a mãe.
Nunca disse que seria fácil. Nunca enganei ninguém. Sempre fui pego no flagra porque eu mesmo me dedurei.
Mudo sua vida, se você deixar. Acabo com sua "zona de conforto" (expressãozinha mequetrefe essa sua) quando você menos espera. E te dou outra, quando você menos espera.
Gingo. Padeço. Duvido. Faço gozar.
Pondero. Perco. Amanso. Nunca peço para parar.
Quase nunca.
Quase hoje.
Deixa de mentiras, que mentiras são tão last-year… E nunca combinaram com seus olhos.

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